Na VEJA saiu o seguinte comentário partindo da atleta GABI GUIMARÃES, medalha de prata em 2020 e bronze em 2024 pela seleção olímpica de vôlei. Na semana passada, a Confederação Brasileira de Voleibol passou a exigir teste genético para as jogadoras competirem em seus torneios, o que na prática bane atletas trans das competições.
"Em algum momento alguém pensou na pessoa da Tiffany, em como isso impactaria a vida dela? Já são nove anos disputando Superliga. Ou só vamos reforçar que as pessoas trans devem ficar à margem da sociedade mesmo?”
Comentando:
Fácil resolver essa contenda, basta criar um torneio ou campeonato onde só poderão participar atletas que sejam trans. Com certeza ninguém vai trabalhar contra e, garanto, vai ter audiência e frequência de torcedores bem como muitas equipes serão formadas. Alguém já pensou nisso?!
Se levarmos em conta que o fator "x-y" onde se diferenciam homens de mulheres, a compleição física do sexo masculino é bem diferente do feminino. Mesmo o homem se identificando como uma mulher, nada muda no seu conteúdo físico onde a força muscular é infinitamente maior que de uma mulher. Em uma equipe que tenha um ou mais desse tipo de atleta vai sempre levar vantagem sobre a equipe genuinamente feminina. Uma "cortada" de uma trans é uma porrada diferente de uma dada por uma atleta feminina e não-trans.
Vamos ser honestos... não dá para fazer uma comparação, senão da forma como eu vejo: eles são ELES e elas são ELAS e fim de conversa.
Nos EUA está proibida a participação de qualquer atleta trans em competições femininas, simplesmente pelo que falei acima. Alguém por lá teve consciência disso e proibiram. Houve uma grita geral, mas ficou valendo o que foi determinado. E pronto!
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